Como Chris Pratt se transformou de parques e recreação em protagonista de Hollywood

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Tudo começou com um corte de cabelo curto e um sorriso bobo. Chris Pratt nem sempre se pareceu com o cara que carrega uma franquia de grande sucesso. Ele era Andy Dwyer, o adorável preguiçoso que tocava guitarra aérea em Parks and Recreation. O show durou de 2009 a 2015. Pratt desempenhou bem o papel. Ele conquistou fãs. Mas não foi nesse momento que o mundo mudou.

A mudança aconteceu em 2014. Pratt assumiu o papel de Peter Quill, também conhecido como Senhor das Estrelas, em Guardiões da Galáxia. Não foi apenas um papel. Foi uma reinicialização cultural. O filme provou que ele poderia liderar um enorme espetáculo de ficção científica. Ele carregava o peso emocional. Ele entregou o humor. De repente, ele não era apenas um favorito da TV. Ele era inegável.

Essa descoberta não aconteceu isoladamente. Isso abriu o caminho para ele ancorar outro rolo compressor. Pratt se tornou Owen Grady na série Jurassic World. Dois dinossauros. Um protagonista. A franquia arrecadou bilhões. O charme de Pratt tornou o terror pré-histórico palatável. O público confiou nele para salvar o dia.

Mas sua voz faz o mesmo trabalho pesado. Pratt não se limita à ação ao vivo. Ele tem uma presença marcante na animação. Ele dublou Emmet em The Lego Movie em 2014. Esse filme se tornou um sucesso surpresa. Mais recentemente, ele emprestou sua voz a Mario em The Super Mario Bros. Movie (2023). O blockbuster animado quebrou recordes de bilheteria. A versatilidade da Pratt é o fio condutor.

De um peculiar companheiro de TV ao rosto de várias franquias de bilhões de dólares, sua trajetória é rara. Ele não apenas teve sorte. Ele se adaptou. Ele provou que conseguia lidar com a ficção científica, o caos dos dinossauros e as adaptações de videogames animados com a mesma facilidade. A jornada de Pawnee para uma galáxia muito, muito distante está completa. Mas o próximo capítulo? Quem sabe. Ele ainda está jogando.